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Turma do Nininho

AMIGOS PELO ESPORTE, UNIDOS PELOS IDEAIS OLÍMPICOS!

A Coluna da Turma do Nininho é um canal de informações que irá abordar assuntos relacionados à Educação, Educação Física, Educação Olímpica, Esportes, Rock, Cinema e dicas culturais. A Coluna é idealizado pelos Professores de Educação Física Bruno Felipe Assoni Faleiro, Edenir “Chita” Serafini, Marília Petzen Ongaratto Badalotti e José Luis “Nino” Dalla Costa.

Em 2015 Chita, Marília e Nino escreveram A Turma do Nininho e o MiniVoleibol pela Editora Habilis Press.

AÇÕES AMPLIADAS PENSE – ESTUDE – EXPERIENCIE

A coluna está dividida em duas seções:

1ª seção: Ações Ampliadas: Pense – Estude – Experiencie: ações promovidas pelo GEPEF/EO;

2ª seção: Esporte, Rock, Show, Tic-Tac…: Informações gerais.

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  1. Ações Ampliadas: Pense – Estude – Experiencie

Estaremos por meio desta coluna divulgando informações sobre as atividades desenvolvidas pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Física/Educação Olímpica (GEPEF/EO) dos Cursos de Educação Física Bacharelado e Licenciatura da URI Erechim.

OS SÍMBOLOS OLÍMPICOS II

A Tocha Olímpica e o Lema Olímpico:

Tocha Olímpica

fg  A tocha é o elo entre os Jogos da Antiguidade e os Jogos da Era Moderna. A chama sagrada, tida como elemento purificador, anuncia o começo dos Jogos e convoca o mundo a celebrá-los em paz.

Lema Olímpico

caf Mais rápido, mais alto, mais forte (Citius, Altius, Fortius, em grego). Ele resume a postura que um atleta precisa ter para alcançar seus objetivos. Sua essência está na superação dos limites.

Em breve, os demais Símbolos Olímpicos…O Juramento Olímpico e o Hino Olímpico. Fonte: rio2016.com/educacao

 

Grupo de Estudos em Educação Olímpica participa do “Acantonamento Olímpico”

Uma das atividades que levaram a Escola de Educação Básica da URI a ser a primeira do país a receber a certificação Pierre de Coubertin foi a realização do Acantonamento Olímpico. A atividade voltou a ser realizada nos dias 06 e 07 de maio com o XVIII Acantonamento Olímpico Masculino. O evento, já tradicional na Instituição, contou com a participação de mais de 80 pessoas entre alunos, monitores e professores da Escola e acadêmicos do Curso de Educação Física.

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Durante a ação, os alunos puderam vivenciar e participar de diversas atividades, tais como: Circuito Olímpico, Caça ao Tesouro, atividades recreativas, jogos esportivos, busca da lenha e acendimento da fogueira e vigias noturnas. A programação do acantonamento tinha como objetivo disseminar os Valores Olímpicos (Respeito, Amizade e Excelência).

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A iniciativa foi organizada pelos professores Edenir Serafini, Daiane Pegoraro e Bruno Faleiro, tendo o auxílio dos acadêmicos do Grupo de Pesquisa e Estudo em Educação Física/Educação Olímpica (GEPEF/EO) Samara Poso, Matheus Slaviero, Emile Zortéa, Vanessa Alberti e Stefany Krebs e das monitoras da Escola Básica, Letícia Fassicollo e Eliara Schultz, ambas acadêmicas dos Cursos de Educação Física Bacharelado e Licenciatura.

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Segundo Edenir, o Acantonamento representa muitas vezes a primeira experiência noturna das crianças onde os pais são substituídos pelos amigos e professores e estes se tornam sua referência e apoio. Neste momento, pequenas tarefas e desafios auxiliam as crianças a superar seus medos, fortalecer a convivência social e comunitária, além de desenvolver atividades culturais, físicas e cognitivas.

 

images   URI Erechim “Semana Olímpica 2017”   Positivo

Com a realização de algumas ações específicas ligadas ao olimpismo, a Escola de Educação Básica da URI encerrou na quinta-feira, 29 de junho, a Semana Olímpica. Marcaram esse dia a entrega de medalhas de Reconhecimento Olímpico e o lançamento do URI Olympic News.

A Semana Olimpica da URI Erechim iniciou na Sexta-Feira 23 de Junho no turno da manhã, com os estudantes do Ensino Fundamental II que participaram da hora cívica com o hasteamento das bandeiras, execução do hino nacional e uma breve apresentação de Pierre de Coubertin, seus ideais e o significado do Dia Olímpico. Ele celebra o aniversário de fundação do Comitê Olímpico Internacional (23 de junho de 1894) e tem por objetivo promover o Olimpismo e o Movimento Olímpico em todo o mundo.

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A Escola da URI, como Primeira Escola Brasileira Pierre de Coubertin, além de realizar atividades comemorativas ao Dia Olímpico, tem um Programa de Educação Olímpica institucionalizado, onde os Valores Olímpicos (respeito, amizade e excelência) são disseminados.

Durante as comemorações, foram apresentadas as estudantes Liege Baggio, Helena da Fonseca, Andrielle Miozzo e Louise Sartori, que foram aprovadas no processo seletivo para representar a Escola da URI no 11º Fórum da Juventude das Escolas Coubertin, que será realizado no período de 19 a 26 de agosto próximo, em Ulenurme – Estônia.

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Medalha de reconhecimento

Na quinta-feira, 29, aconteceu a entrega da Medalha de Reconhecimento Olímpico aos alunos do 3º ano do Ensino Médio e o lançamento do URI Olympic News. O ato contou com a presença do Diretor Administrativo, Paulo Roberto Giollo; do Diretor da Escola, Alan José Bresolin; e da Coordenadora do Ensino Médio da Escola, Viviane Forcellini Domingues.

Conforme o Professor Edenir “Chita” Serafini, a medalha representa um dos lemas do Programa de Educação Olímpica da Universidade “Amigos pelo Esporte, Unidos pelos Ideais Olímpicos” e o comprometimento dos alunos com o desenvolvimento da Educação Olímpica e da prática dos Valores Olímpicos no dia a dia.

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O URI Olympic News é uma publicação técnico-científica e integra as ações de divulgação das atividades de ensino, extensão e pesquisa desenvolvidas pelo Programa de Educação Olímpica e o Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Física/Educação Olímpica (GEPEF/EO). As duas atividades envolvem professores e acadêmicos dos Cursos de Educação Física Bacharelado e Licenciatura e professores e estudantes da Escola do campus.

O URI Olympic News pode ser acessado clicando aqui.

Universidade sem Limites na Semana Olímpica

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Nesse mesmo dia, as senhoras integrantes do projeto Universidade sem Limites também se engajaram às comemorações alusivas do Dia Olímpico, participando do II Desafio Olímpico de Câmbio. A atividade foi orientada pelos acadêmicos bolsistas do Curso de Educação Física Allan Knecht, Lucas Fernando Camerini e Samara Luisa Posso e as acadêmicas voluntárias Emile Zortea e Vanessa Alberti.

Conforme o professor José Luis “Nino”Dalla Costa, o câmbio é um jogo de voleibol adaptado para os idosos que faz uso da quadra e bola de vôlei ou similar. O objetivo do jogo é, além de promover qualidade de vida por meio do esporte, valorizar a convivência, a troca de experiências e a construção de novas amizades entre os participantes.

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O professor ressalta a importância dos acadêmicos nas diversas ações desenvolvidas pelo Curso de Educação Física e pelo Programa de Educação Olímpica da URI no sentido de promover a solidariedade, propagar o espírito olímpico e a responsabilidade social na comunidade acadêmica.

As crianças e o Olimpismo.

A URI Erechim, por meio do Curso de Educação Física Licenciatura e a Sociedade Fraternal Cantinho da Luz, desenvolveram ações educativas por meio da Oficina de Experiência Docente em Basquetebol com aproximadamente 40 crianças da entidade.

A iniciativa aconteceu na sexta-feira à noite, 23 de junho, no Ginásio Poliesportivo da URI quando os acadêmicos do Curso de Educação Física Licenciatura (Turma 2015) desenvolveram a Gincana “Desafio Olímpico”. Foram desenvolvidas diversas atividades lúdicas salientando os Valores Olímpicos.

Para a acadêmica Isadora Maria Fantini Tomazin, “a Oficina de Experiência Docente é uma vivência acadêmica que colabora com nossa formação profissional. Compreende experiências de ensino, planejamentos didáticos, realização de aulas e discussão dos resultados”, comentou.

Todos os alunos do Cantinho da Luz receberam dos acadêmicos uma medalha do Desafio Olímpico. Para José Luis “Nino” Dalla Costa, professor da disciplina de Oficina de Experiência Docente em Basquetebol, e Matheus Augusto Venturin, Professor do Cantinho da Luz, as atividades foram muito marcantes para a vida dos alunos do Cantinho e para os acadêmicos, pois colaboraram com a formação pessoal e profissional de todos.

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  1. Esporte, Rock, Show, Tic-Tac…

Frase desta edição:

“A maior fé seria acreditar nos homens.” emj

KAREL CAPEK, escritor tcheco (1890-1938) .

 

Faleiro entrevista:

Cristiane Jéssica Babinski, 23 anos, convocada para integrar a Seleção Brasileira Feminina de Karatê-do JKA que disputará o Campeonato Mundial de Karatê na Irlanda.

 

Cristiane está cursando Pós Graduação em Medicina e Ciências do Exercício e do Esporte e Licenciatura em Educação Física. É formada em Educação Física Bacharelado.

 

Prêmios no Karatê: Penta Campeã Brasileira, Tri Campeã Sul Americana e Vice Campeã Mundial.

 

Primeira convocação para a Seleção Gaúcha: 2002

 

  1. Faleiro pergunta: Quero começar a entrevista agradecendo por aceitar o convite da Turma do Nininho. Gostaria de saber como você iniciou neste no Karatê-do?

Iniciei no Karatê com 7 anos de idade por incentivo de meu pai. Ele sempre sonhou em praticar alguma arte marcial e nunca teve oportunidade em sua vida, desta forma quando nasci ele sempre imaginou um futuro onde eu praticasse alguma arte marcial. Ele me levou para assistir um treino de Karatê e acabei gostando. Venho praticando esta arte marcial á 16 anos ininterruptos e acabou tornando-se meu modo de vida.

 

  1. Faleiro pergunta: Conciliar a carreira profissional e estudos com os treinos demanda organização, mas acima de tudo muita dedicação e amor pelo que se está fazendo. Como está acontecendo isso no ano de 2017? Qual a próxima competição com a seleção?

Exato, conciliar não é fácil. Minha vida está totalmente relacionada com a prática e ensino do Karatê e isso me faz muito feliz, não há nada melhor do que fazer o que mais gostamos. Neste ano de 2017 tenho conciliado meu trabalho com o ensino do Karatê, meus estudos, minha função como técnica da Seleção Gaúcha Infantil, com meus treinamentos e minha vida de atleta. Minha próxima competição com a Seleção Brasileira será o Campeonato Mundial de Karatê JKA que acontecerá em Limerick na Irlanda. No último campeonato mundial que aconteceu no Japão fiquei entre as 8 melhores atletas do mundo e desta vez meu objetivo é ficar entre as 3 melhores e estou treinando e me dedicando muito para isso.

 

  1. Faleiro pergunta: Cristiane, como Professora e como Atleta do Katarê-do, sabendo que o Brasil está entre os dez melhores do mundo, você acredita que o Brasil está em ascensão neste esporte?

Sim, acredito que o esporte cresce a todo momento e está em ascensão, as mulheres principalmente tem conquistado seu espaço e tem quebrado muitas barreiras, abrindo caminho para novos praticantes e adeptos desta arte, o Brasil de maneira geral tem conquistado títulos muito importantes para o país e se destacado internacionalmente. O que ainda falta é maior incentivo aos atletas e valorização desta prática.

 

  1. Faleiro pergunta: Na sua opinião, é um esporte que tem cativado cada vez mais adeptos sabendo que é uma nova modalidade incluída e reconhecida pelo COI, onde estará presente nos Jogos Olímpicos de Tóquio de 2020?

Sim, o fato de tornar-se modalidade olímpica tem incentivado as pessoas buscarem cada vez mais este esporte. Pois sabemos que os Jogos Olímpicos são um grande marco na história e a inclusão do Karatê é um grande avanço.

 

  1. Faleiro pergunta: De onde vem o maior apoio para você realizar seu trabalho, fazer as viagens?

Primeiramente de meus pais, que me incentivam desde criança e sempre fizeram o possível para que eu conseguisse conquistar meus objetivos me dando todo o suporte que estivesse ao alcance deles, seguido da Federação Sul Rio Grandense de Karatê Tradicional FSRKT e JKA RS que é a federação que faço parte, e de meus amigos, que me apoiam muito e são a base de tudo.

 

  1. Faleiro pergunta Cristiane, nos dias de hoje, sendo egressa do Curso de Educação Física e trabalhando profissionalmente como Professoa de Ed. Física, sendo Atleta da Seleção Brasileira de Karatê-do JKA, você está realizando seus sonhos?

Sim, quando eu tinha em torno de 8 anos meu Sensei me perguntou o que eu queria ser quando crescer, eu respondi á ele que gostaria de ser professora de Karatê e estudar Educação Física. Hoje conquistei tudo isso e muito mais do que eu poderia imaginar, acredito que quando desejamos algo do fundo de nosso coração e lutamos para que aquilo dê certo, algum dia de uma forma ou de outra nós conseguimos alcançar. A grande motivação está dentro de nós mesmos e tudo depende de muita persistência e trabalho duro.

 

  1. Faleiro: Obrigado pela entrevista, Cristiane!

Muito obrigado pelo espaço e pelo convite, fiquei muito feliz em poder falar um pouco sobre a minha trajetória no esporte. Agradeço ao Nino que sempre me apoiou, me incentivando muito e sendo sempre um grande parceiro! OSS!

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