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Cai o número de praias impróprias para banho no RS

A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) divulgou, nesta sexta-feira (26), o sétimo relatório de balneabilidade das praias gaúchas. Conforme o boletim, caiu de sete para seis o número de pontos impróprios para banho no Rio Grande do Sul. Na comparação com o relatório da semana passada, tornaram-se próprias a Praia do Pinvest, em Tapes; […]

Por: Asscom
Cidreira - Verão para Todos 2018

A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) divulgou, nesta sexta-feira (26), o sétimo relatório de balneabilidade das praias gaúchas. Conforme o boletim, caiu de sete para seis o número de pontos impróprios para banho no Rio Grande do Sul. Na comparação com o relatório da semana passada, tornaram-se próprias a Praia do Pinvest, em Tapes; a Lagoa dos Barros, em Santo Antônio da Patrulha; e o Balneário Poço das Pedras, em São Francisco de Assis.

A lista de pontos sem condições de banho – que já incluía a Praia de Passo Real, em Dom Pedrito; a Praia Recanto das Mulatas, em Barra do Ribeiro; o Balneário Rebelo, em Tapes; e a Praia Carlos Larger, em Candelária -, passou a contar também com os balneários Rainha do Sol, de Manoel Viana, e Distrito de Ernesto Alves, de Santiago. Todos os pontos impróprios estão localizados em águas interiores.

Neste verão, a Fepam monitora 79 balneários de 40 municípios do Litoral Norte, Médio e Sul e das Regiões Hidrográficas do Guaíba e do Uruguai. O Projeto Balneabilidade 2017/2018 terá duração de 12 semanas. Os resultados das análises da qualidade da água serão divulgados nas sextas-feiras, até o dia 2 de março. As coletas e análises são feitas pela Fepam e pela Corsan.

Projeto Balneabilidade

Os relatórios do Projeto Balneabilidade são elaborados com base nos resultados das informações obtidas em cinco coletas realizadas nas semanas anteriores. Para analisar as condições bacteriológicas das praias e balneários, são utilizados os parâmetros coliformes termotolerantes e Escherichia coli, que indicam contaminação fecal, além da contagem de cianobactérias, organismos que podem causar intoxicações.

Os critérios do projeto consideram duas categorias de balneabilidade para águas doces, salobas e salinas: próprias ou impróprias para banho. São consideradas próprias quando os resultados de quatro ou mais das últimas cinco amostras coletadas no mesmo local constatarem quantidade de coliformes termotolerantes igual ou menor de mil ou quantidade de Escherichia coli menor ou igual de 800 por 100 mililitros.

São impróprias quando os resultados de uma ou mais das últimas cinco de amostras coletadas no mesmo local constatar mais de mil coliformes termotolerantes ou mais de 800 Escherichia coli por 100 mililitros ou, ainda, quando o valor obtido na última amostra for superior a 2,5 mil coliformes termotolerantes ou 2 mil Escherichia coli por 100 mililitros.

Aplicativo

O site e o aplicativo do Projeto Balneabilidade, lançados neste verão, disponibilizam informações sobre a qualidade das águas em balneários gaúchos, as condições de segurança para banho e a previsão do tempo. Desenvolvido com apoio da Procergs e do Corpo de Bombeiros, o serviço tem o objetivo de facilitar a comunicação com os veranistas.

Pela ferramenta, é possível visualizar se as águas estão próprias ou impróprias. Mesmo com a novidade, a Fepam optou por manter as tradicionais placas informativas nos locais onde as águas estiverem sem condições de banho.

Para ter o aplicativo no seu celular, basta acessar o site balneabilidade.rs.gov.br e criar o atalho.

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