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José Adelar Ody

De carlinda.farina@ceu para ody.atmosfera@terra

ody

“Saudações Ody!

É uma alegria falar contigo.

Olha só o que nos proporciona

o avanço da tecnologia.

Quem diria que um dia chegaríamos

a tal ponto,

onde Daqui De Cima poderíamos

fazer contato com vocês

que ainda perambulam aí

por Campo Pequeno em especial.

 

Mas olha, Ody…

o velho adágio que comungávamos

“Deus não mata – mas castiga”,

é verdadeiro.

Pega, por exemplo,

a questão da Mulher Camponesa.

Tu (permita-me tratá-lo assim)

sabes tanto quanto eu porque

foste testemunha da minha luta

pela mulher camponesa…

e veja no que deu.

Ah – claro.

 

O PT pegou a minha bandeira…

Essa era uma bandeira minha,

uma bandeira da Carlinda,

e digo isso não por vaidade,

mas por direito.

Eu é que comecei essa luta.

Pegaram minha bandeira,

pintaram

de vermelha e rebatizaram

de “Mulher Trabalhadora

da Agricultura Familiar ou da Roça…”,

ou algo assim.

E olha só!

 

Foi, foi, foi… que “desgovernaram”

tanto o Brasil que a roça hoje em dia

está abandonada e quem foi

pra cidade está ficando

sem emprego.

Perderam as eleições de cabo

a rabo

e até aí.

Castigo.

Lógico.

 

Esses dias quando tu

e o Marcão

(jornalista Marcos Castro)

entrevistaram o Eloi (Zanella)

na TV Erechim

– dá um grande abraço nele…

que prefeito!; nós ouvimos

Aqui Em Cima o que vocês

comentaram

no intervalo.

O Jayme (Lago),

o Tacques (Affonso),

o Helly (Parenti)

e o Menegati (Altair)

também ouviram sobre

o que aconteceu em 1976

na eleição municipal de Campo Pequeno.

 

Ainda estavam contanto os votos

que dariam a prefeitura

pela primeira vez ao Eloi,

quando o Farina apertou sua mão

dizendo: “Eu quero cumprimentar

o prefeito eleito de Erechim

a partir de janeiro (1977)”.

E o Eloi: “mas estão recém começando

a contar os votos…”.

Ao que o Farina teria retrucado:

“sim… eu sei…

Mas quem ganha nas urnas

escrutinadas até aqui vai ser o prefeito…

E o senhor será, já é,

o próximo prefeito eleito!”.

 

Só pra brincar exercitar a memória,

porque daqui a pouco são capaz

de duvidar que isso

realmente aconteceu até porque,

na cabeça de uns e outros,

tudo começou em 2003 no Brasil

ou 2008 em Campo Pequeno.

 

Olhando bem – até que tem razão.

Pelo aspecto da corrupção,

da safadeza, do distribuir dinheiro dos outros,

em nível nacional,

a coisa começou mesmo a ir

para o fundo dos quintos dos infernos

onde reside o PT hoje em dia;

foi em 2003.

Lógico.

 

Mas voltando,

só para relembrar os candidatos

em 1976: pelo MDB (nossa que

saudades – o que fizeram com

o grande guarda-chuva que garantia

os sinais vitais da democracia

e dos democratas…), pois

pelo MDB concorreram

o Irany Jaime Farina,

que coifa seu bigodinho aqui ao lado,

com o padre Tarcísio Utzig;

o Olimpio Tormem com o Celso Testa

e o Danton Hartmann,

que também está junto

conosco ouvindo baixinho

um CD da Filarmônica

de Hamburgo tendo como vice

o Ivaldo Secco.

 

Já a Arena concorreu com

o Nelson Berto,

aliás ele chegou há poucos dias

Aqui Em Cima e manda dizer que

está tudo tranquilo,

reencontrou muitos amigos seus,

com o Ivan Zanardo;

o Eduardo Pinto com o Elvio Mombach

e o Eloi (Zanella) com

o dr. Sidney Guerra, que construiu

Aqui no bairro Erechim,

uma bela e aconchegante residência.

 

Na soma de votos das duas legendas

a Arena conseguiu a vantagem.

E mesmo com o Farina

sendo o mais votado,

valia a soma

das legendas,

e dentro da Arena o Eloi acabou

sendo o eleito.

Agora – olha os bons modos,

a fidalguia,

a honra do Irany Jaime Farina,

que mesmo só com

algumas urnas,

já foi cumprimentar o Eloi.

 

1976, 1986, 1996, 2006, 2016…

Quarenta anos e 12 votos depois,

e Campo Pequeno

contradiz a trajetória

da civilização, pois temos lido

que até ontem, e o Schmidt

(Luiz Francisco) ainda não

tinha sido cumprimentado

por ninguém do governo.

ao menos pelo prefeito Polis.

Seriam só outros tempos

ou outras gentes!?

 

Mas será que não é só

na indústria,

no comércio, na construção civil

que a cidade tem andado para trás?

Agora deu para encampar,

na contramão, através das suas

mais altas autoridades o título

de Capital da Amizade!?

 

Isso não é uma questão de apenas

ser assim porque

sempre foi…

É uma questão de boas práticas,

de bons modos,

de senso

do não ridículo,

de respeito,

de maturidade,

de civilidade puxa vida!

Lógico.

 

A turma do MDB Aqui Em Cima,

o Frizzo (Luiz),

o dr. Sérgio (Maccagnini),

o Miro (Almiro Santolin),

o Helly,

o Zambonatto,

até o Gollin,

com o Farina na frente;

estão todos indignados

com essa atitude.

Isso sem falar no pessoal

da Arena/PDS como o Jayme,

o Tacques, o Darcy Pagliosa,

o Frey, o Menegati,

a Maria de Lourdes,

o Cláudio Grasel,

o Nery Gasparin,

o Ayrton Matté,

o Dal Más, o Caiubi,

o seu Ferranti.

Que vergonha.

Que tempos.

Que tempos!

 

Será que o Donald,

o Trump,

se inspirou em alguém aí

de Campo Pequeno – Ody?

Tu não viu que ele disse no debate

com a Hillary que pode

‘não reconhecer o resultado

das urnas!’.

Nossa Senhora da Santa Cruz,

que o vereador Biduca,

o Neuton Picoli, começou!

Será que o Donald

meio que copiou o governo daí,

com relação à vitória do Schmidt?

Lógico.

Parece que sim…

Muito parecido.

Lógico!

 

Tira uma dúvida Ody.

Nós temos um exemplar

da edição especial da Voz da Serra

de 1997 onde tu,

o Marcão e outros fizeram um resgate

de todos os Atlangas.

Desde o primeiro no dia 25 de abril

de 1937 ( 3 a 0) Ypiranga lá no Km – 10

até o último em 25 de novembro

de 1976 ( 3 a 1) Atlântico

com gols do Zeca, Paulo Taborda

e Darci (A) e Paulo Roberto (Y).

Depois haveria mais dois clássicos,

com Atlântico montando

times amadores porque oficialmente

estava fechado desde 1977

– como continua até hoje…!

 

Mas a questão é a seguinte: se

o Atlântico fechou em 1977

e o último Atlanga oficial foi

em novembro de 1976,

que história é essa que

nos chegou Aqui Em Cima

de que o Atlântico

perdeu o Atlanga eleitoral,

o Atlanga da eleição deste ano?

 

Francamente – ninguém

sabe explicar

por Aqui.

E é uma curiosidade

generalizada,

desde o Lewis Caron

ao Oscar Abal,

do Pedruca ao Índio,

do Natalino Ceni ao

Osvaldo Afonso Chitollina.

 

O que se sabe por aqui

é que o Schmidt não perde

jogo do Ypiranga.

Mas o prefeito Polis (Paulo) também não.

Logo,

no futebol do campo,

os dois são ypiranguistas.

Hummmmm, que dúvida atroz

essa história do Atlanga eleitoral.

Só pode ser futrica do Grasel,

do Chitollina ou do Dal Más.

 

Meu caro Odyyy.

Até hoje eu me arrependo

de ter te mandado para uma escolinha

lá no interior de Barão

de Cotegipe.

Eu não sei se eu não vi direito

quando assinei,

se alguém conseguiu

me enganar…

Nossa Senhora!

Não consigo me lembrar

de como foi acontecer

uma coisa dessas,

tirar você do JB no curso

de Redator Auxiliar,

para dar umas aula de geografia

ou redação,

não recordo, numa escolinha escondida

no meio de um milharal

depois de Barão.

Puxa vida!

 

Mas Ody – quando eu saí do PMDB

para ir para o PFL eu te recebi

lá em casa na Pedro Álvares Cabral

para uma entrevista.

Eu era uma liderança política,

não dá para não aceitar,

e a minha saída do PMDB para o PFL

foi um fato político na cidade

– e a minha primeira entrevista

dei pra você,

lógico,

não… eu disse,

o primeiro vai ser o Ody!

Lógico.

Mas é claro.

Mando até uma foto nossa.

 

Saíram duas páginas na

A Voz da Serra,

e aqui comigo,

confirma o seu Estevam

e a dona Gelsomina,

o Geder e a Matilde,

o Gilson com a Romilda,

e o Júnior.

Mandam abraços a todos daí,

pra Gilka, pro Ricardo,

e em especial à Júlia da Maitê

que chegou para os desafios

de Campo Pequeno pós PT.

 

Mas Ody – que história

é essa da Intecnial “quebrar”?

A Intecnial do Jaca (Jandir Cantele)?

Mas o que que deu para que

uma catástrofe dessas acontecesse!

Mais uma vítima do… “onde o PT

governa dá certo?”.

E a Comil… 826?

Mas o que é que essa gente vai fazer?

Ahhhh eu quero ver…

 

Olha eu vi algum prefeito

passar por Erechim

e nunca,

jamais,

aconteceu uma coisa dessas.

Como fica a propaganda

com aqueles painéis enormes

exaltando o desenvolvimento da cidade?

Onde estão os papagaios de pirata

de plantão à exaltação

de castelos de areia?

 

Por que não vem agora,

a público,

para se penitenciarem com

os despedidos que vão comer

o pão amargo da desgraça

ignorada

pela mídia aplaudidora

de feitos discutíveis

como essa de “abrir a cidade…”.

Abrir pra quem?

E a infraestrutura?

E a Cotrel?

Ainda é gaúcha ou pode

atravessar o rio!?

E o Mato da Comissão

ainda está de pé?

Eu não me contenho…

Você me conhece.

Queria ver se o dr. Sérgio e eu

ainda estivéssemos aí…!

A Colenda seria outra.

A propósito dá um abração

na Ana Lúcia (Oliveira)

e no Luiz Antonio (Tirello).

Trabalhamos juntos.

Aliás, a Ana contra o Schmidt,

o Zanella e o Dexheimer e quase…

E o filho do Tirello,

Flávio né,

mas que votação desse menino!

Mas esse tem futuro.

Tu só vai ver.

E mais ainda se conseguir se livrar de uns e outros.

Ah – sim. Tu sabe quem, né ody!

Claro.

Lógico.

 

Eu não tenho papas na língua.

Quando tentaram me cassar,

eu não esqueci.

Uns davam certa

minha aniquilação.

Não sabiam com quem

estavam lidando.

Subi em 16 de janeiro de 2013,

mas minha cassação,

não tiveram o gostinho

de noticiar,

ao menos como

fato consumado.

Só especulação e,

diga-se maldosa…

Ai – chega. Chega!

 

Ah, mas queria eu estar aí

com a Eni,

com Araújo, com o Basso…

Aliás, não é qualquer um

que tem até uma cidade com o seu nome.

Tu sabia que tem uma Carlinda

no Mato Grosso!

Brincadeira Ody

– brincadeira, mas é verdade.

 

Aqui Em Cima o Brizola

trocou sua máxima sobre

“são os interésses…!”

Hoje em dia a cada

quatro/cinco frases

ele exclama: “eu avisei.

Eu avisei.

O sapo barbudo não é flor

que se cheire”.

Ah – sim, é não é mesmo.

 

E como acontecia aí sobre

os “interésses”,

ninguém contesta

o cunhado do Jango.

Todo mundo,

de cabelo em pé com

o retrocesso

que deixaram de herança

ao nosso

Brasil.

 

Bem meu caro Ody.

Nossa… toda vez que me vem

o teu nome

eu me lembro da escolinha

de Cotegipe,

mas isso já passou,

assim como esse PT no Brasil

e em Campo Pequeno.

Aconteceu.

Não devia, mas aconteceu.

 

Ainda bem que tudo

passa na vida,

ao menos na terrena.

Aqui Em Cima só tem

coisa boa.

Não tem zebra…

“Zebra? Viva a Zebra. Viva!”,

olha o Jayme.

Ainda está com aquela vitória

sobre nós do PMDB.

O dr. Sérgio e eu em 1982…

aliás, outra, ca… ca… cag…

“olha essa boca – Carlinda!”,

tá bom tá bom – é o Irany

e dom João me advertindo…

mas, como dizia,

fomos só com duas candidaturas

e o PDS com três…

Fomos os mais votados,

mas já deixando

as pegadas históricas

de ca, ca, cag…

da extensão do MDB,

acabamos perdendo.

Hoje damos risada disso,

mas o Jayme (Lago),

lógico;

muito mais.

 

Escuda Ody. E o Moretto!?

Ô – mas está na cara que

foi vingança.

Lógico.

Ha – sim….

Eu sei.

Se estranhou com o secretário

adjunto da saúde né!

Hein, hein Ody – ô Ody -,

tu conseguiu falar com ele?

Um profissional competente.

Sempre no PMDB.

Já não conseguiu ser presidente,

lembra né;

lá na Casa do PMDB.

 

Espera um pouco…

Tem alguém que quer

falar contigo.

Ah – é João,

o professor João Dautartas.

Ele lembra que a eleição do Rossi

(Mario), para presidir o partido.

Foi no mesmo dia que

ele, o João;

foi levado para o Pio XII.

 

“E só o dr. Antonio

(que nem estava

mais no PMDB)

e o Plínio (Costa)

foram à missa do

meu corpo presente.

Que que achou hein… hã, hã, hã!

É isso que a gente ganha

José Adelar.

Uma vida inteira dedicada

ao partido

e na hora da partida (?)…

de quase mil filiados

– um na missa

e a executiva

com o diretório lá na beira

do Mato da Comissão…

Dá um abração no Marcão

– José Adelar!

Obrigado Carlinda”.

Tá bom João. Tá bom.

 

 

O Cláudio (Grasel),

o Ayrton (Matté),

o Dal Más (Joselito)

e o Helly (Parenti) estão eufóricos

com a renovação na Colenda.

Eles até comentaram

que não há bem

que sempre dure,

nem mal que não se acabe.

Não sei se estavam

falando de alguém

em específico,

mas o Castor (Grasel),

tu conhece o jeito irreverente dele

né Ody;

acredita que um que outro

que não se reelegeu,

é bananeira que já deu cacho.

Agora – pelo que a gente percebe

Daqui De Cima, olhando uns currículos

dos novos,

parece que a Colenda vai receber

gente boa.

“Boa até descobrirem

que estão de passo errado,

e entrarem no ritmo

da Colenda – ahahahahahah”

– olha só o Geder (Carraro).

Não tem jeito.

 

Bem, acho que por hoje chega.

Mande cumprimentos meus,

do dr. Sérgio,

do dr. Guerra,

do dr. Gollin,

do seu Antoninho Pereira de Souza

(pelo HC),

do Helly

e do seu José Francisco Spinelli,

ao reitor da URI,

o Luiz Mario (Silveira Spinelli)

pela conquista da medicina.

E também ao

Paulo José Sponchiado – Lógico.

Claro que o município

teve participação,

assim como o Jackson,

que costurou a união

Erechim-Nonoai-Getúlio Vargas

para atender a exigência

do mínimo de leitos/vaga;

mas se não fosse a URI…

com o seu projeto,

as negociações

e persistências junto ao MEC,

em especial,

não haveria

nada de medicina aí.

Fosse uma ação

só do município,

por que não colocaram a medicina

da UFFS em Erechim?

Foi parar

em Passo Fundo onde a Federal

nem tem câmpus.

Não temos força política – lógico!

Então, parem com isso.

Daqui De Cima a gente vê bem

o que aconteceu e o que deixou

de acontecer.

E como eu sempre fui

da área de Educação

– vibramos Aqui.

Ah sim… é claro.

 

Assim que anunciarem

quando haverá seleção

para a primeira turma,

já acertamos

um churrasco no CTG

“Farrapos Eternos

de Bota Amarela”.

Já confirmaram presença,

o Farina que comprou no dia 30

de junho de 1971 (tu estavas

no CPOR… lembro),

a Escola Normal Santo Agostinho

para instalar o Centro Universitário

Alto Uruguai, o Helly,

o Osvaldo Bez (pai),

e o Narciso Passuello

que também assinaram

como avalistas;

o professor Zambonatto

que adquiriu imóveis para a Fapes

criada em 5 de maio de 1975,

o Jayme;

pela URI – o pai do Luiz Mario,

o dr José Francisco que manda dizer

pra família toda,

que fiquem tranquilos

porque está tudo bem com ele;

(ele está radiante com a medicina…)

o Jorginho,

o Miro,

o dr. Paulo Francklin,

o Miorando,

o Franzzon,

o João Dautartas,

o Fábio Chiamentti,

a professora Mara,

a Rosane

que chegou em julho

e manda dizer que

tudo está bem…

enfim,

o Testa, o Firmino,

o Tacques,

o Caruso;

os vereadores e médicos

que também moram aqui

no bairro Erechim 997000

e se solidarizam com toda

a Família URI pela conquista.

O seu Tramontini, o Jovino,

o Ceni e o Chitollina parece

que vão transmitir

pela Rádio Web

Campo Pequeno

que eles criaram aqui

– igual a Atmosfera.

Vocês podem acompanhar.

 

Está na hora.

Agora sim.

Os vereadores eleitos que

não gastem saliva

sobre uma Nova Casa.

No meu tempo trabalhamos

com 19 e até 21 vereadores.

Então… que sosseguem

o pito e pensem no povo.

E o Luiz (Schmidt) que olhe pra 1996

e trate de ouvir o Zanella e o Dexheimer.

Sem esses dois não ia chegar -lógico.

 

… Alguém quer mandar

mais um recado.

Quem?

O Brizola?

O governador?

Ah – o Brizola de Erechim,

o “seu” Erculino, o Pagliarini.

Doente do PDT… e do Brizola.

O que é Erculino.

Pode dizer:

“É 12. É 12.

É PDT do “seu” Lewis,

do “seu” Abal…

é PDT do dr. Moacir,

É 12, é 12… do dr. Brizola!”.

Tá bom. Tá bom.

Fica tranquilo.

Sua mensagem vai junto

pra Campo Pequeno.

 

Um grande abraço

pra você Ody,

e também ao Jacyr,

ao Carlos Alberto

e à minha Deni (Denise),

bem como às netas,

Catherine, Valentina

e pra Carina.

E claro – ao Jackson.

Nunca desistiu do Banco de Sangue.

Parece até que tem meu sangue.

Lutar até o fim.

Lógico.

 

Obrigado pela gentileza

de sempre,

e um beijão

na Cleonice.

Estamos rezando

pelo melhor

para ela.

O Pai Daqui De Cima

e daí debaixo,

que é

O Mesmo;

sabe o que faz.

Ah – dá os parabéns

pro pessoal

do Atmosfera.

Não conheço bem eles,

mas diz que ela…

é filha do

“seu” Dariva né!

Abraço pra ele.

E sucesso.

É só uma questão de tempo.

Saudades eternas,

Carlinda (Poletto Farina)”.

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