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Marlon Santos toma posse como presidente do Legislativo gaúcho

Em sessão solene na tarde desta quinta-feira (1º), o deputado Marlon Santos (PDT) foi eleito e empossado como presidente da Assembleia Legislativa para o quarto e último ano da 54ª Legislatura. Parlamentares, autoridades, amigos e familiares acompanharam a cerimônia no Plenário 20 de Setembro. A sessão também foi transmitida em telões instalados no Teatro Dante Barone. […]

Por: Asscom
Fotos: Marcelo Bertani
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Em sessão solene na tarde desta quinta-feira (1º), o deputado Marlon Santos (PDT) foi eleito e empossado como presidente da Assembleia Legislativa para o quarto e último ano da 54ª Legislatura. Parlamentares, autoridades, amigos e familiares acompanharam a cerimônia no Plenário 20 de Setembro. A sessão também foi transmitida em telões instalados no Teatro Dante Barone.

Além de Marlon Santos, foram eleitos para a Mesa Diretora 2018 os deputados Juliano Roso (PCdoB), como 1º vice-presidente; Nelsinho Metalúrgico (PT), 2º vice-presidente; Edson Brum (PMDB), 1º secretário: Frederico Antunes (PP), 2º secretário; Zilá Breitenbach (PSDB), 3º secretária; e Maurício Dziedricki (PTB), 4º secretário. Os suplentes de secretário são os deputados Gilmar Sossella (PDT), Liziane Bayer (PSB), Missionário Volnei (PR) e Edu Olivera (PSD).

Solenidade
A sessão solene de eleição e posse da Mesa Diretora 2018 foi aberta pelo então presidente da Casa, deputado Edegar Pretto (PT). Após a execução do Hino Nacional pelo músico Clênio Bibiano da Rosa, ocorreu a renúncia dos integrantes da Mesa Diretora 2017, para atender o acordo pluripartidário de que a presidência será ocupada pelas quatro maiores bancadas desta legislatura, uma a cada ano.

Após a renúncia, foi apresentada a composição da chapa única para a Mesa Diretora 2018, que foi eleita com 47 votos favoráveis e um contrário (RDI 9 2018). Os integrantes ficarão à frente do Parlamento gaúcho até 31 de janeiro de 2019.

Pronunciamentos
Em seu pronunciamento de despedida, Edegar Pretto falou da gestão compartilhada que garante o rodízio na presidência na Casa das quatro maiores bancadas. “Quero lembrar que este entendimento respeita a vontade popular, respeita a proporção partidária e enaltece a democracia do Parlamento gaúcho”, destacou. Lembrou que, por meio da gestão responsável da Casa, foi possível investir na recuperação do prédio que abriga a Assembleia gaúcha.

Ainda citou algumas das causas debatidas, ao longo de 2017, em atividades no Palácio Farroupilha e no interior do estado, como a igualdade de gênero, a alimentação saudável, a defesa da educação, o papel do Estado e a democracia. A luta pelas perdas da Lei Kandir e a reforma da previdência foram outros temas em destaque durante o ano, conforme lembrou Edegar. “Seguirei com meu trabalho parlamentar, defendendo as causas que podem ser comuns a todos os gaúchos e gaúchas”, finalizou.

Em primeiro pronunciamento como chefe do Poder Legislativo, Marlon Santos começou cumprimentando a bancada do PDT, sua equipe e família, além dos integrantes de seu partido. Quanto aos colegas deputados, agradeceu os ensinamentos. “Continuarei na presidência sendo o mesmo, mas ainda mais humilde”, garantiu. Também disse que o trabalho de aproximação da AL com a imprensa, já iniciado nas gestões anteriores, será intensificado. “Nossa comunicação vai se dar e se estabelecer sempre de forma que vocês possam levar daqui todo o trabalho bonito que a Assembleia Legislativa faz e que, às vezes, chega de maneira confusa lá fora”, declarou.

Marlon ainda disse que o momento atual precisa ser de respeito institucional, lembrando que todos os deputados e autoridades dos demais poderes têm a preocupação de melhorar o Estado e não são os responsáveis pela crise que o RS enfrenta, apenas a herdaram. “Acredito que é hora de um pouco mais de sensibilidade e de menos ideologismo”, opinou. Dirigindo-se ao governador em exercício, José Paulo Cairoli, presente na sessão, convidou-o para reunião antes de terça-feira, quando o projeto de adesão do Estado ao Regime de Recuperação do Estado, que não foi apreciado durante a convocação extraordinária desta semana, tranca pauta em plenário. “Às vezes, a gente pode discutir mais feio dentro de uma sala, mas se a gente começar a brigar em público fica muito chato para o Estado”, avaliou, referindo-se ao “clima de guerra” que instalou após a AL não votar nenhuma das propostas do Executivo durante a convocação extraordinária do governador José Ivo Sartori.

Após os pronunciamentos, houve uma bênção ecumênica realizada pelo padre Edson Pereira e pastor Paulo Gonçalves. A sessão foi encerrada com a execução do Hino Rio-grandense, interpretado pelo músico Clênio Bibiano da Rosa.

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