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Palestra com Serviço de Assistência Especializada em DST/AIDS é promovida pelo HC

Dia Mundial de Luta contra a AIDS é 1º de dezembro.

Por: Assecom
Fotos: Divulgação
Público da palestra foi formado pelos funcionários do HC (2)

Com a proximidade do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, 1º de dezembro, o Hospital de Caridade de Erechim promoveu uma palestra sobre o tema para os seus funcionários. A data tem o objetivo de conscientizar a população sobre uma das doenças que mais mata no mundo: a AIDS.

O evento foi realizado no dia 23 de novembro e a palestrante foi a coordenadora do Serviço de Assistência Especializada em DST/AIDS, a enfermeira Clarice Maroso, que chamou a atenção para o fato de que qualquer pessoa pode contrair o vírus da AIDS e, assim, a prevenção torna-se tarefa de todos. Ela apresentou o paradigma temporal da prevenção – começando com o clássico uso da camisinha –; riscos e vulnerabilidade; e prevenção combinada. Esta última é uma decisão política de conjugação de estratégias de prevenção, que envolve intervenções biomédicas, comportamentais e estruturais.

A palestrante apresentou o contexto epidemiológico do HIV no Brasil e indicadores de Erechim. Segundo ela, cerca de 40 mil novos casos de AIDS surgem por ano e tem sido constatado o crescimento da epidemia entre jovens de 15 a 24 anos. Em 2004, a taxa de detecção de novos casos era de 9,6 por 100 mil habitantes. Em 2015, esse índice subiu para 13,9 por 100 mil habitantes.

Clarice informou que o primeiro caso de AIDS, na cidade, ocorreu em 1993. De 2011 a 2017 foram notificados 156 novos casos de AIDS, sendo 69 do sexo feminino e 87 do masculino. Nesse mesmo período, foram a óbito 69 pacientes. Em 2017, foram 21 novos casos detectados por meio da triagem SUS – sorologia, triagem SUS –, teste rápido, triagem particular, hospitalizados e Banco de Sangue. O maior número foi com o teste rápido (de apenas 15 minutos), que pode ser realizado nas UBSs. Na opinião da palestrante, esta modalidade tem se tornado eficiente para dar início imediato ao tratamento da doença. A faixa etária de maior incidência é dos 20 aos 40 anos.