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Argentina coloca Fronteira gaúcha em atenção por nuvem de gafanhotos

A extensão da nuvem detectada pode chegar a 10 quilômetros.

Por: Da Redação/MetSul Meteorologia
Fotos: Senasa/Divulgação
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A Secretaria da Agricultura do Estado está monitorando desde esta segunda-feira,22, a movimentação de uma praga de gafanhotos. Segundo o  secretário Covatti Filho até o início da manhã desta terça-feira (23) ainda não havia confirmação de impactos no Rio Grande do Sul.

Segundo o Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agro-Alimentar (SENASA), do governo da Argentina a nuvem é monitorada desde o dia 28 de maio. A praga avançou da província argentina de Formosa, onde existem muitos produtores de mandioca, milho e cana de açúcar e do Chaco, até chegar finalmente à província de Santa Fé. Agora ruma para Entre Rios e Córdoba. Há alerta agora para o Brasil.

O coordenador do programa nacional de gafanhotos do SENASA, Héctor Medina, afirmou que a nuvem se moveu quase 100 quilômetros em um dia devido às altas temperaturas e ao vento. O especialista enfatizou que é um gafanhoto sul-americano. Para ter uma idéia dos danos que podem causar, explicou que uma manga das características que foram monitoradas em um quilômetro quadrado tem até 40 milhões de insetos. “Uma manga de um quilômetro quadrado pode comer o mesmo que 35.000 pessoas ou cerca de 2.000 vacas por dia, afetando principalmente pastagens e pastagens”, explicou Medina.

A extensão da nuvem detectada pode chegar a 10 quilômetros.

 

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