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Centro Acadêmico de Direito da URI discute a importância de falar sobre as diferenças

Foram promovidas três palestras que tiveram lugar no dia 1º de novembro, no Auditório, e que tiveram como tema: “Respeito à diferença: uma conversa sobre legislação e pessoas com deficiência no ensino superior”

Por: Ascom URI Erechim
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O Centro Acadêmico Paulo Franklin, do Curso de Direito da URI, promoveu um encontro para discutir uma temática cada vez mais pertinente: o respeito às diferenças. Foram promovidas três palestras que tiveram lugar no dia 1º de novembro, no Auditório, e que tiveram como tema: “Respeito à diferença: uma conversa sobre legislação e pessoas com deficiência no ensino superior”.

As palestrantes do encontro, professoras Alessandra Regina Biasus e Simone Gasperin de Albuquerque e a psicóloga clínica Vandriane Caroline Truylio, abordaram os diferentes aspectos relacionados ao tema.

Foi destacado pelas professoras Alessandra e Simone a importância do papel da Universidade na inserção das pessoas com deficiência, citando como exemplo os funcionários da URI e os vários acadêmicos com algum tipo de deficiência que ingressaram no ensino superior nos últimos anos. Foi destacado, ainda, que a Universidade vem adaptando seus espaços físicos às necessidades e às diferentes necessidades apresentadas pelos seus alunos.

A psicóloga Vandriane, que foi diplomada pela URI e é cadeirante, afirmou a importância deste evento contar com a participação de uma pessoa deficiente para trazer o seu conhecimento e sua vivência e experiência nesta condição de PCD.

Desde o aspecto legislativo, passando pelos conceitos de inclusão e as questões psicológicas que envolvem as pessoas com deficiência e suas diferentes adaptações ao meio acadêmico, os presentes tiveram oportunidade de assistir a explanação de diferentes enfoques sobre o tema.

O Professor e Coordenador do Curso, Plínio Rigotti, foi um dos incentivadores da iniciativa do Centro Acadêmico, destacando a importância dos alunos terem conhecimento e debaterem sobre as diferenças e a necessidade de conhecimento ressaltando que “a presença de uma pessoa com deficiência é uma provocação à reflexão, à mudança e a inclusão não é só dos estudantes, mas também dos técnicos administrativos, dos professores e da comunidade em geral”.

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