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Choro sem lágrimas: Madrasta diz que Bernardo ingeriu sozinho medicamento que causou sua morte

Graciele Ugulini assumiu ainda ter falsificado assinatura de Leandro em receituário para Midazolan

Por: Leandro Vesoloski
Fotos: Divulhação/TJ
GRACIELE UGULINI

Graciele Uguline, madrasta de Bernardo Boldrini, assumiu em seu depoimento na manhã desta quinta-feira, 14, que falsificou assinatura de Leandro Boldrini para adquirir o medicamento Midazolan que causou a morte da criança em 2014.

Diante dos jurados, de uma plateia de jornalistas, estudantes e algumas pessoas da comunidade que optaram em assistir o júri em plenário, Graciele disse que Bernardo pediu para ir com ela a Frederico Westphalen no dia do crime. A madrasta relatou também que no trajeto foi multada pela Polícia Rodoviária Federal e isso acabou causando uma agitação no menino Bernardo. Para acalmar o menino ela teria orientado a criança a tomar um comprimido de Ritalina, que era usado pela criança sob orientação médica. Como o menino seguia agitado, a madrasta orientou que tomasse mais um comprimido.

Na sequência do seu depoimento a madrasta contou que sua bolsa estava no banco de trás do veículo e que dentro havia o medicamento Midazolan. Segundo contou Graciele, Bernardo por conta própria, teria pegado o medicamento e ingerido uma grande dose sem o consentimento da mesma. Horas após teria visto que o menino já se encontrava sem batimentos cardíacos e movimentos respiratórios.

Em desespero, a amiga Edelvânia Wirganovicz, teria sugerido que enterrassem o corpo do menino em algum local naquela cidade.

Sob orientação de seu advogado, Graciele Uglioni optou por não responder as perguntas do Ministério Público.

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