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Rodrigo Alves Pereira

Pra começo de conversa…

O Filósofo Luiz Felipe Pondé, que juntamente com Leandro Karnal e Mário Sérgio Cortella formam a “santíssima trindade” da “filosofia midiática” brasileira, afirmou em recente entrevista no Programa Roda Viva, que – um colunistatem o objetivode “por fogo no jornal que escreve!”, (o mesmo é colunista do renomado jornal paulista Folha de São Paulo), com temáticas e assuntos pontuais que provoquem a manifestação do leitor, que gere polêmica, acessos e a venda da edição impressa do jornal.

Ser polêmico hoje é muito fácil, assim como é fácil dialogar com as notícias e opiniões vinculadas nos meios de comunicação, escrever para um jornal ou portal de notícias deixou de ser um ato isolado, a opinião do leitor, o curtir e a contraposição, faz parte do processo. Opost script, é indispensável para dar sentidoe significado ao ato de escrever na imprensa atualmente, assim como a inexistência de um retorno da pesquisa de seu nome no Google tem o significado que você “não existe na contemporaneidade da comunicação”, escrever algo e não provocar reação indica que não se estabeleceu um diálogo com o leitor.

O “fogo” que Pondé se refere, é deixar de ser intelectual de Facebook,limitando-se acompartilhar opiniões e informações (que muitas vezes sem referência e autoria, e por isso isentas do compromisso da verdade), homogeneízam nossa visão de mundo, limitam nossa visão em um mundo sem fronteiras. Marcar posição com opiniões próprias, e estabelecer diálogo com o leitor, assim como fazemos no dia a dia, na rua, no trabalho e com amigos, é um ato saudável e renovador,um exercício de desintoxicação do vício que temos da nossa voz. No momento histórico que vivemos, mais do que nunca precisamos pensar para existir, ouvir, refletir e dar um passo a frente, errar, corrigir e nunca deixar de aprender.

Obrigado a Atmosfera pela oportunidade!

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