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Educação Física da URI realiza o IV Colóquio sobre Esporte e Mídia

O evento foi destinado aos calouros do Curso e tratou das relações entre o esporte, a mídia e do esporte difundidas pelos meios de comunicação.

Por: Ascom
Fotos: Ascom
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O Curso de Educação Física Bacharelado da URI Erechim realizou nesta segunda-feira, 15, no Anfiteatro, o segundo momento do IV Colóquio sobre Esporte e Mídia. A atividade é parte da programação da disciplina de Esporte e Mídia, ministrada pelo professor José Luis “Nino” Dalla Costa.

Foram convidados atletas ligados ao esporte amador, profissional e olímpico: Allan Barreto dos Santos (Allan), do Clube Esportivo e Recreativo Atlântico e da Seleção Brasileira de futsal; Henrique Schwarzer, do Ypiranga Futebol Clube; Jane Carla Andreolla e Valquíria Dorigoni, da Associação Ciclística Pé no Pedal; e Emanuel João Munaretto, da modalidade Fossa Olímpica Masculino (prova olímpica de tiro desportivo).

O evento foi destinado aos calouros do Curso e tratou das relações entre o esporte, a mídia e do esporte difundidas pelos meios de comunicação.

Uma das temáticas abordadas no Colóquio foi o das redes sociais. Conforme pesquisa da “Global Digital 2019”, que apresenta insights e tendências sobre o uso das redes sociais no Brasil e no mundo, “a rede social favorita entre os brasileiros é o YouTube (95%), seguido pelo Facebook (90%) e WhatsApp (89%). Já a liderança no cenário global é ocupada pelo Facebook, com 2,27 bilhões de usuários ativos. Em segundo e terceiro lugares estão, respectivamente, o YouTube (1,900 milhões) e o WhatsApp (1.500 milhões).

Para o jogador de futsal Allan, “as redes sociais são muito importantes visando ampliar a comunicação e o relacionamento entre clube e torcedores. Dentre as redes sociais, os clubes utilizam o Facebook, Twitter, Instagram e Youtube como forma de divulgação do cotidiano dos atletas e clubes, com mensagens que vão de informações a promoções.”

O jogador Henrique comentou que “a abertura de novas redes sociais potencializou ainda mais o mercado e a capacidade de divulgação das imagens dos atletas, dos patrocinadores e ações promocionais. Devemos utilizar (atletas profissionais) as redes sociais, para narrar aspectos do desempenho e da profissão.

A ciclista Valquíria destacou: “o presente e o futuro que as redes sociais estão tendo e terão na divulgação de informações, colaborando com o desenvolvimento de diversas modalidades esportivas, na construção da imagem dos atletas e demais participantes da atividade física em suas mais diversas vertentes e modalidades”.

A também ciclista Jane ressalta os diferentes benefícios para a utilização do uso da bicicleta: “uma população mais saudável e a diminuição da poluição. Outro fator interessante é a questão da segurança. Um estudo feito na Universidade do Colorado, em Denver, Estados Unidos, afirma que o aumento de bicicletas nas estradas reduz o número de acidentes de trânsito e ainda torna o tráfego mais seguro. Estes benefícios poderiam ser cada vez mais divulgados pela mídia”.

Outro destaque do Colóquio foi a participação do atleta olímpico Emanuel Munaretto, integrante do Programa de Atletas de Alto Rendimento da Comissão de Desportos do Exército e do Time Brasil. “O Comitê Olímpico do Brasil (COB) objetiva criar uma relação cada vez mais próxima entre os atletas nacionais e a torcida brasileira. Para isso, quer usar cada vez mais o mundo digital, as redes sociais e as possibilidades do streaming. O escolhido da vez foi o serviço de streaming de música Spotify. O Time Brasil, marca criada pela entidade para representar os atletas, lançou em janeiro deste ano, uma playlist no Spotify. Dessa forma, os fãs podem ouvir as músicas que mais fazem a cabeça de grandes nomes do esporte nacional”.

Para o Professor Nino, a mídia também é responsável pelo significado social atribuído ao esporte. Por meio das redes sociais a divulgação das interfaces do esporte ligadas aos conceitos de saúde, bem-estar, educação e inclusão social poderiam estar sendo ampliadas, pois 140 milhões de brasileiros estão nas redes sociais, o que representa 66% da população nacional.

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