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Fecomércio-RS e Sindilojas Alto Uruguai são contra a prorrogação do aumento do ICMS no Estado do RS.

Governador eleito Eduardo Leite (PSDB) quer prorrogar os índices, majorados desde 2016, por mais dois anos

Por: Da Redação
Economia

A Fecomércio-RS,  juntamente com o Sindilojas Alto Uruguai, em reunião de diretoria de ambas as entidades, se posicionaram contra a prorrogação do aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). As alíquotas foram majoradas em 2016, e o aumento do imposto vale até dezembro deste ano. Na ocasião, a alíquota básica subiu de 17% para 18%, enquanto as alíquotas nominais subiram até cinco pontos percentuais.  Para que esses índices sejam mantidos a partir de 1 de janeiro de 2019, o Palácio Piratini deve enviar um projeto com a prorrogação do ICMS à Assembleia Legislativa – e aprová-lo até o dia 31 de dezembro.

O governador eleito Eduardo Leite (PSDB)  quer prorrogar os índices por mais dois anos e, depois disso, revisar todo o sistema tributário gaúcho. O presidente da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio), Luiz Carlos Bohn, é contra a prorrogação do aumento do ICMS. Para ele, o reajuste das alíquotas foi prorrogado, sob a condição de valer até 2018 e não é sobrecarregando a sociedade que se vai resolver o problema. Bohn lembrou que, quando a alíquota básica girava em torno dos 17%, o Rio Grande do Sul mantinha a maior carga tributária do Brasil.

O presidente do Sindilojas Alto Uruguai, José Gelso Miola, também se manifestou contra a manutenção do atual patamar de ICMS. “Apesar de entendermos a situação financeira do Estado, somos contra qualquer aumento de imposto”, declarou.

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