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Agronegócio

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III Festa da Laranja de Aratiba reuniu produtores e a comunidade

Encontro foi marcado por assinatura de convênio a Cecafes, Cresol e Universidade Federal da Fronteira Sul

Por: Ascom
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A comunidade de Santa Lúcia recebeu no último domingo, 27, agricultores, autoridades e visitantes para celebrar a colheita da laranja.  O evento faz parte do projeto Laranja do Futuro, uma parceria entre a Prefeitura de Aratiba e a Cecafes- Cooperativa Central de Comercialização da Agricultura Familiar de Economia Solidaria, que busca consolidar uma alternativa de produção para os agricultores familiares.

No encontro, foi assinado um convênio entre a Cecafes, a Cresol e a Universidade Federal da Fronteira Sul, que prevê um trabalho de pesquisa e extensão visando implantar a conversão da produção tradicional para a produção orgânica. Estudantes de agronomia vão atuar na pesquisa e levantamento de dados.

O prefeito de Aratiba, Guilherme Granzotto, disse que à medida que o projeto avança, vai se colhendo os frutos. “Este governo não tem a pretensão de ser melhor que outros, mas está disposto a fazer a sua parte, dedicando 100% do esforço para que os agricultores se sintam motivados e tenham os subsídios necessários para implantar e controlar a sua produção”. Granzotto salientou, também, que os orgânicos norteiam o governo e anunciou que o projeto de produção de alimentos orgânicos de Aratiba foi selecionado para ser publicado no Livro do Congresso Brasileiro  de Agroecologia, que acontece na semana que vem em Aracaju-SE. “O nosso projeto vai circular o mundo contando as experiências na agroecologia”.

O representante da Unicafes, Ari David, ressaltou a organização que existe em torno da produção de laranja. “Vimos aqui que tudo está contemplado, desde insumo até a venda. Isso é  uma amostra do que é organizar uma cadeia produtiva, não nos moldes do frango e do leite, mas uma cadeia que está nas mãos do agricultor. O presidente da Cresol Erechim, Ivonir Todero, explicou que a instituição é parceira no fomento e na pesquisa porque vê na produção de alimentos diferenciados, o futuro. “ É o novo, é o futuro e com as parcerias firmadas na cadeia, dá para aumentar os ganhos”, disse. O representante da Emater de Aratiba,Gilmar Shardong, destacou que a entidade  participa desde o o início da cadeia da laranja, contribuindo neste processo. “Nossa parte é oferecer capacitação, e aqui trouxemos a formação para onde o agricultor está, enfatizando a prática”. O presidente do Sutraf Alto Uruguai, Douglas Cenci  atribuiu ao projeto a capacidade de valorizar o trabalho do agricultor, da produção e regular o mercado. “Aqui em Aratiba estão sendo construídas alternativas para agricultores familiares que já não conseguem mais se inserir nas cadeias produtivas tradicionais. A experiência mostra que é possível organizar e produzir, envolvendo o conjunto das entidades: financiamento, organização, insumos, assistência técnica e comercialização”.

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