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Prefeitura tenta viabilizar aluguel do Barão do Rio Branco para atender demandas educacionais

''O atual dono não quer vender e se estivesse indo hoje para leilão, compraríamos com certeza'', disse Polis

Por: Dhieison Cardoso
Fachada Barão-FAE

Motivo de discussões e especulações ainda no período eleitoral de 2020 em Erechim, o Instituto Anglicano Barão do Rio Branco (IABRB) teve parte de sua estrutura física em leilão judicial realizado entre setembro e outubro devido falência e pendências financeiras da instituição.

Após longo período de problemas financeiros e recentes reivindicações dos mais de 200 funcionários, referente ao atraso de 15 meses de salários e verbas rescisórias, o (IABRB) encerrou suas atividades em janeiro de 2020 na cidade, com uma dívida superior a R$ 25 milhões.

Na tentativa de viabilizar a parte física e estrutura do Instituto e transformar numa escola de Educação Infantil, a prefeitura de Erechim realiza tratativas com o atual proprietário e vencedor do leilão.

Parte que poderá incrementada na educação municipal

O leilão realizado teve apenas parte da Instituição arrematada, sendo o ensino médio e fundamental, cursos técnicos e escola de educação infantil, além da Igreja.

A parte que o poder público demonstra interesse, seria da educação infantil que poderá ser incrementada para atender as demandas educacionais e ausência das vagas de creche em Erechim.

Porque não comprar ao invés de alugar?

A cedência do espaço pelo novo proprietário, custará aos cofres públicos uma despesa mensal, referente ao aluguel a Prefeitura para usufruir da estrutura física. ”O atual dono não quer vender e se estivesse indo hoje para leilão, compraríamos com certeza, mas, o dono atual quer alugar e não vender. Então, estamos fazendo levantamentos, avaliações externas e internas dentro da nossa equipe de valor do aluguel e queremos colocar para minimizar as demandas que temos de vaga na educação infantil”, explica Paulo Polis, prefeito de Erechim.

Previsão de funcionamento

Em entrevista exclusiva ao Jornal Atmosfera, Polis informou que caso aconteça o acordo entre poder público e o atual proprietário, a ideia é colocar a escola em funcionamento o mais breve. ”Vamos estruturar esta escola para o início de março e colocarmos ela em funcionamento, se for alugada. Ainda estamos vendo a parte técnica, mas nós temos uma carência de 1.300 vagas na educação infantil e então vamos tentar viabilizar e com certeza se estivesse em leilão agora, iria colocar recursos do município para comprar e viabilizar sim”, conclui o prefeito.

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