PUBLICIDADE

Política

Publicidade

Prêmio Mulher Cidadã 2020 é entregue pelo Poder Legislativo de Getúlio Vargas

A Câmara de Vereadores de Getúlio Vargas entregou no dia 12 de março, em Sessão Solene mais uma edição do Prêmio Mulher Cidadã 2020

Por: Ascom
Mulher Cidadã 2020

A Câmara de Vereadores de Getúlio Vargas entregou no dia 12 de março, em Sessão Solene mais uma edição do Prêmio Mulher Cidadã 2020. A homenagem acontece pelo quarto ano na Sala das Sessões Engenheiro Firmino Girardello, na Casa do Poder Legislativo teve como homenageadas Arminda Almeida Oleksinski, indicada pelo MDB, Maria Luiza Tessaro, indicação do PP e Maria Margarete Bianchi Prezzotto, do PTB.

O Prêmio Mulher Cidadã foi instituído através da Lei nº 5.229, de 03 de março de 2017, objetivando homenagear as mulheres que fazem a diferença no Município. Neste ano, pela quarta vez, a comunidade por conhecer e celebrar três histórias grandiosas de lutas e conquistas. A Lei explica que a meta é reconhecer mulheres que tenham se destacado profissionalmente ou prestado trabalhos de responsabilidade social voluntariamente, no âmbito municipal, com o objetivo de valorizar a mulher no contexto da cidadania.

O Prêmio é entregue anualmente no mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher e conta com uma indicação de cada bancada dos partidos que compõem a Câmara do Município.

As homenageadas

Arminda Almeida Oleksinski, nascida em 19 de janeiro de 1950, é filha de Iracema e João Oliveira de Almeida, família de 5 irmãos. Casada com Julio Jorge Oleksinski, com quem teve duas filhas: Juliandra e Jussarina, e 3 netos. É natural de Passo Fundo e atualmente, mora em Getúlio Vargas e Balneário Camboriú/Sc, intercalando para que possa conviver com as duas filhas e seus 3 netos. Cursou magistério no Santa Clara e após se formou em educação física pela Universidade de Passo Fundo (Upf) no ano de 1976. Foi professora nas escolas Érico Veríssimo, Manoel da Nobrega e Antônio Scussel e também em Floriano Peixoto. Também fez cursos de neolinguística e de psicomotricidade. Foi indicada pela bancada do Movimento Democrático Brasileiro – MDB. Arminda foi Primeira-Dama e Vice Primeira-Dama de nosso município. Desenvolveu inúmeros projetos voluntários e sociais, entre eles: dindinho, mateadas. Atuou nos grupos da terceira idade, nas cidades de Ipiranga do Sul, Estação, Floriano e Erebango, na época distritos.  Atuou junto ao Cpms das escolas municipais e com o clube de mães. Estava sempre presente nas atividades de cultura, saúde e educação. Foi idealizadora da festa municipal das crianças, que ocorriam no Parque das Águas. Foi vice diretora do Colégio Estadual Antônio Scussel, dona da Academia A1, catequista, diretora da Lba, diretora da Divisão de Trabalho e Ação Social e Cursilhista. Faz parte da Braspol, carismáticos, liturgia e devotos do Cônego Olejnik.  Participou durante anos de forma voluntária na Apae de Getúlio Vargas, Lar dos Idosos e Lar da Menina. Criou a entrega das bolachas todos os dias 08 de cada mês na Igreja Católica e também foi a idealizadora do programa na rádio “Maria Rogai Por Nós” às 6 horas da manhã, na Rádio Sideral. Tendo como inspiração Marta e Maria, que com suas lideranças influenciaram a época de Jesus e até hoje são exemplos de vida, Arminda enfrentou desafios. Ela disse que os desafios que enfrentou foram os inerentes à vida de esposa, de mãe e de filha. “nenhum desafio foi maior que minha força de superação, bastou eu ter coragem e me deixei guiar pela fé inabalável que há dentro de mim”. Arminda disse que cresceu e viveu enfrentando desafios e essa caminhada feliz a fez quem é hoje: segundo ela, uma mulher de fibra e de fé, devota de Nossa Senhora e do Cônego Cônego Stanislaw Olejnik.

Maria Luiza Tessaro, ou como muitos a conhecem, Mariliza, e até Mari.  nascida e criada em Getúlio Vargas, é filha de Julio e Vilma Tessaro, primogenita de 7 irmãos. sua familia é grande, tem 12 sobrinhos e já é tia-avó. ela nasceu em 21 de junho de 1948, cursou primeiro grau no Colégio Santa Clara e segundo grau no Colégio Cristo Rei, em contabilidade. a indicação é da Bancada do Partido Progressista – PP. Maria foi gerente comercial de Noskoski e companhia limitada, onde trabalhou desde sempre. Trabalhou também a vida toda pelo tradicionalismo regional. Em 1968 passou a integrar a invernada de danças do Ctg Tropilha Crioula. Em 1970 foi escolhida Primeira Prenda do Ctg Tropilha. Também foi eleita a Mais Prendada do 1º Festival Gaúcho do Cimo da Serra de Passo Fundo. Recebeu menção honrosa por participação em diversos eventos. Foi da comissão julgadora para escolha de Primeira Prenda em Ctg Tropilha Crioula, e de Centenário, e Floriano Peixoto. É sócia patrimonial do Ctg Getúlio Vargas. Fez parte da comitiva que buscou a Chama Crioula no município de São Sepé no ano de 1995. Foi sócia do Clube Aliança e Tênis Clube, onde integrou a direção. Atua há muitos anos no Lions Clube, onde já foi presidente. Sua vida desde cedo foi de batalhas e lutas diárias. De família humilde, Mari trabalhou desde cedo, conquistou seu espaço. Inclusive dentro desta casa, foi vereadora de Getúlio Vargas. Na caminhada pelo tradicionalismo não foram só flores, ela ouviu vaias, criticas, mas seu amor pelo que é do gaúcho sempre soou mais alto. Uma palavra que se repetiu por diversas vezes durante a entrevista, foi “feliz”. Mari, Maria Luiza ou mesmo Mariliza, claramente é uma alma alegre. Orgulhosa de suas façanhas e conquistas. Com as fotos de uma vida toda na mão, ela ainda uma mocinha, só se vê sorrindo. Em meio a premiações, bailes de Ctg, desfiles de honra. O sorriso sempre estampado em seu rosto como seu maior troféu.

Maria Margate Prezzotto, a terceira mulher homenageada foi Maria Margate Prezzotto. Quem não conhece a Profe Marga? Seu nome é indicação da Bancado do Partido Trabalhista Brasileiro – Ptb. Margarete nasceu em 30 de setembro de 1956, em Porto Alegre. Primeira filha do casal Elírio e Ledy Fillipon Bianchi. Casada com Pedro Paulo Prezzotto, tem dois filhos, Eduardo e Luciana. Margarete perdeu seu pai muito cedo, aos 6 anos, e com a mãe e irmão veio residir em Getúlio Vargas. Aqui cresceu e segundo ela, mesmo não sendo natural daqui, se sente como tal. Pois além de viver aqui há 57 anos, tem um grande amor por Getúlio Vargas, que carinhosamente chamou de terrinha ao dizer que seu coração é getuliense de certeza. Fez o segundo grau no Colégio Santa Clara onde cursou Magistério, e deu inicio a sua carreira como professora. Apaixonada por artes, fazia piano, e ao fazer vestibular optou pelo curso de Educação Artística. Após se formar pela Universidade de Passo Fundo, seguiu como professora na Escola Estadual Antonio Scussel até o ano de 2007, quando veio o momento da aposentadoria. Piano é também uma formação na sua vida, já que foi diplomada pelo Conservatório Francisco Manuel da Silva, da Escola São José em Erechim. Por anos misturou aulas de teoria musical e piano. Aos anos em que foi Primeira Dama de Getúlio Vargas, Margarete os resume como desafiadores, mas uma oportunidade de fazer mais pelo município. Com ações sociais, Grupos da Melhor Idade e projetos que contemplaram outras faixas etárias, sempre que solicitada. Como inspiração citou sua mãe, pela história como pessoa e profissional. Margarete contou que sua mãe já foi homenageada pela Casa com este prêmio. Maria Margarete e sua mãe, Ledy, são Mulheres Cidadãs de Getúlio Vargas.  Sua família claramente é seu orgulho e razão. É neles que ela diz se sentir amparada, confiante e encorajada. Marga disse que pensa que nascemos com uma missão, no decorrer da nossa passagem aqui neste mundo. Quer por destino ou por escolhas. A escolha destes fatos fazem de nós o que somos.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Publicidade