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Primeira etapa da vacinação contra a febre aftosa termina no próximo dia 31

O Estado tem um plano anual com milhares de atividades, desde barreiras de trânsito, inspeção em propriedades e assistência técnica, totalizando cerca de 6,5 mil ações

Por: Governo do Estado
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A primeira etapa da vacinação contra a febre aftosa termina no próximo dia 31, mas as ações da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) se desenvolvem durante todo o ano para manter a condição sanitária do RS de zona livre de aftosa com vacinação.

O Estado tem um plano anual com milhares de atividades, desde barreiras de trânsito, inspeção em propriedades e assistência técnica, totalizando cerca de 6,5 mil ações. “É fundamental termos uma política pública focada para o direcionamento das ações em saúde animal no Rio Grande do Sul”, avalia o secretário Covatti Filho.

Por semestre, estão previstas 3.264 atividades – até o dia 25 de abril, foram 1.031 registros. O plano foi desenvolvido em 2018 pelo Departamento de Defesa Agropecuária (DDA) visando à mitigação dos riscos mais significativos. As atividades foram divididas em ciclos anuais: janeiro a junho e julho a dezembro. No ano passado, como projeto-piloto, foram desenvolvidas 1.303 atividades entre setembro e dezembro.

Atividades para reduzir riscos

– Barreiras volantes de fiscalização de trânsito em locais estratégicos, de acordo com as metas estabelecidas
– Inspeção e contagem do rebanho em propriedades rurais de alta densidade de ruminantes. Caso exista suspeita, um exame clínico deve ser realizado
– Inspeção e acompanhamento do carregamento de rebanho em propriedades rurais com alta movimentação
– Inspeção e acompanhamento de pequenas propriedades com criação de suínos para subsistência, já que os animais normalmente consomem restos de alimentos que podem conter o vírus da doença
– Inspeção e acompanhamento de propriedades próximas a aglomerações como remates, rodeios e feiras
– Assistência técnica em granjas comerciais de suínos

Além dessas atividades, o plano prevê um trabalho de educação sanitária, com entrega de material para os produtores, explicação dos sintomas da doença e da importância da notificação em caso de suspeita.

 

Cada município deverá ter no máximo 10 atividades por ciclo semestral. “O plano é um valioso instrumento para operacionalização pelas unidades locais das atividades educacionais a que se destina”, destacam os pesquisadores.

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