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Estado

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Vigilância orienta ações de prevenção do sarampo a trabalhadores de saúde

Profissionais devem ter duas doses da vacina nos seus registros

Por: Ascom
Fotos: Rodrigo Nunes/MS
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O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) publicou nesta quarta-feira (22) uma nota informativa reforçando as medidas de segurança e prevenção do sarampo aos profissionais da área da saúde. A recomendação é que pontos de atendimento, públicos e privados, e os Serviços de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMTs) indiquem e acompanhem a atualização do calendário vacinal de rotina de todos os trabalhadores da área da saúde, independentemente da idade. A orientação é de que esse público tenha o registro de duas doses da vacina tríplice viral.

A nota sugere que o cartão vacinal atualizado seja solicitado já na admissão dos funcionários e recomendada a vacinação se necessário. A proteção a esse público é prevista pelo Ministério da Saúde por ser uma das formas de evitar surtos de doenças imunopreveníveis em instituições, por se tratar de uma atividade onde os trabalhadores mantêm contato com várias pessoas e muitas delas já com algum comprometimento da imunidade. Assim como para a população em geral, as doses da vacina estão disponíveis gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Só é considerado protegido o trabalhador com comprovação de duas doses da tríplice viral. Aquele funcionário sem nenhum registro da vacina, deve receber duas doses, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.

Cenário nacional

O Brasil havia recebido o certificado de eliminação do sarampo pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) no ano de 2016. Contudo, o vírus retorna ao país em 2018, com a confirmação de mais de 10 mil casos, o que continuou em 2019, fazendo com que o Brasil perdesse o crédito internacional. Somente no ano passado foram mais de 17 mil casos no país, sendo 76 no Rio Grande do Sul, distribuídos em 11 cidades.
Alerta a casos suspeitos

Diante do cenário epidemiológico e o perfil de alta transmissibilidade do vírus, é imprescindível detectar e notificar rapidamente, em até 24 horas, qualquer caso suspeito. Isso possibilita que as medidas de controle sejam realizadas oportunamente, interrompendo a cadeia de transmissão. Por isso, aos serviços da saúde também se orienta que, na ocorrência de um caso suspeito, notifiquem, via telefone, à Secretaria Municipal de Saúde ou ao Disque Vigilância do Estado, pele número 150.

É considerado caso suspeito todo indivíduo que, independente da idade e situação vacinal, apresentar febre e manchas vermelhas (exantema maculopapular), acompanhados de tosse e/ou coriza e/ou conjuntivite.

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